Sejam todos bem-vindos

Este blog surgiu para que possamos interagir dentro deste Universo de possibilidades que nos é oferecido. Convido-os para conhecermos as verdades desta obra Divina e cósmica.

27 junho, 2014

entrevista com Izabelle da Literarte, em Foz do Iguaçú.

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"Quem sou eu? A única certeza de que tenho é quem não sou, pois, a cada dia da minha evolução humana, que é constante, modifico um pouco mais e concluo, então, que ainda não estou pronta" Roseli Hübler.

24 junho, 2014

A cachorrinha Kika e seu belo laço colorido.


 

Certa vez, num sábado à tarde, véspera da Páscoa,

percebi um barulho um pouco estranho que vinha da garagem dos meus pais.

- Curiosa, pensei - que barulho poderá ser este? E bisbilhoteira levantei-me e fui até lá. Abri a porta da garagem e vi uma cachorrinha pequenina toda machucada e com a carinha muito assustada.

- Pobre cãozinho pensei. Quem será o malvado que a maltratou tanto? Aos pouquinhos fui me aproximando, haja vista não saber como a pobrezinha iria reagir diante de minha chegada. Ela se encolheu toda ao meu toque, entretanto ficou quietinha.

Minhas filhas logo que a perceberam chegaram e se encantaram e ela é claro que ficou conosco. Trouxemos um pires fundo com bastante leite e pão picado. Ela comeu tudo em poucos segundos, tal era a sua fome.

 Mesmo sendo um sábado de tarde conseguimos com que uma veterinária a tratasse. Foram longos dias de tratamento, pois estava por demais maltratada e sequer pelos ela tinha. Segundo a profissional a Kika tinha em torno de dois anos de idade. Como era novinha logo se recuperou dos maltratos.

Quando se varria o pátio ela se afastava correndo com medo da vassoura. Acredito que deve ter apanhado muito para tanta angústia.

Mas, depois de algum tempo descobrimos que ela estava prenha e logo me veio a pergunta. Como ela conseguiu entrar pelas grades da garagem? É tão estreita e não poderia passar por ali. Esta pergunta me acompanhou por muito tempo, meses mesmo. Cheguei a conclusão que fora obra Divina.

Kika, este era o nome que demos a ela. Pois bem, após alguns dias a pequenina Kika perdeu os filhotinhos devido aos maus tratos recebidos quando ficou prenha.

Passaram-se alguns meses e algo incrível aconteceu. A Kika latiu pela primeira vez. Enfim, o trauma adquirido havia sumido com os carinhos recebidos. Foi uma festa, até porque não se assustava mais nem quando varríamos o pátio.

Todos estavam felizes por ela e quando soubemos que estava prenha de novo e desta vez do cão do vizinho ficamos ainda mais alegres. A Kika voltara a viver feliz.

Numa noite muito fria, uma semana após ter tido seus filhotinhos, mesmo estando bem aquecidos os cachorrinhos não paravam de chorar então tive que improvisar para esquentá-la e a sua prole. Não teve dúvidas, mesmo já tarde da noite, não me recordo da hora, peguei alguns cobertores, abri uma cadeira "de preguiça" na garagem e fiz uma caminha para mim e coloquei todos no meu colo e cobri a Kika e os seis filhinhos que ela tinha e a mim. Até hoje não sei como couberam todos no meu colo. Mas dormiram a noite toda. Eu nem tanto. Estava preocupada que algum caísse.     

Certo dia em uma ocasião em que eu estava muito deprimida sentei-me na mureta de divisão entre o jardim e a passagem de carro de minha residência. Estava muito triste e pensava em como Deus poderia ter me abandonado a própria sorte e com tanto sofrimento.

A tarde ensolarada de final de verão estava agradável e o céu muito azul, mas como podem perceber estava sozinha e muito triste naquele momento. Minhas lágrimas teimavam em descer, mas eu as continha até que, não resistindo mais, as deixei rolar a vontade. Esta emoção tão sofrida às vezes me acontecia.

Alguns meses depois quando chegou as férias de verão, minhas filhas foram passear e meus pais curtir a casa de praia, o que faziam todos os verões. Mesmo passando momentos felizes com a minha família e a linda Kika eu estava infeliz com a minha vida e mentalmente conversava com O Mestre Jesus lhe pedindo ajuda e principalmente respostas para os meus desencantos.

E novamente me perguntei porque Deus havia me abandonado e foi neste momento que a minha querida amiga me olhava com uma carinha meiga e que me transmitia muito amor e carinho. E, olhando para ela entendi o que tentava me transmitir e cheguei a uma conclusão que mudou radicalmente a minha vida. Pensei: não menosprezando minha Kikinha, mas, se Nosso Senhor ajudou uma cachorrinha a se encontrar porque me abandonaria? E pensando assim entendi que Ele não havia me abandonado, eu é que havia abandonado a minha vida. E assim, com este pensamento, tudo começou a mudar. Novos pensamentos me vieram a mente. Novos caminhos surgiram. E amigos também. Assim como na vida daquela linda cadelinha, que naquelas alturas já havia nos dado mais três belezinhas, tudo mudou para melhor. Agradeço a Deus e ao Mestre Jesus, que um dia antes de comemorarmos a ressurreição do Cristo, me abençoou com tão lindo presente, ou melhor, nos presenteou a mim e a Kika com tão lindo presente, pois nos colocou frente a frente abençoando o nosso encontro.

Os anos se passaram. A Kika já partiu após dezoito anos em nossa companhia. A Julie, Chery e a Sweet também já se foram após muitos aniversários de alegria.

Duas cenas que jamais esquecerei: quando a vi pela primeira vez e de uma bela noite de Natal quando o Papai Noel a chamou e ela, charmosa em seu jeitinho peculiar foi buscar o seu ossinho envolto em um belo laço colorido.

Roseli Hübler
 

23 junho, 2014

Amor
Percebeu que o título não é sobre o amor? um amor? ou ainda algum amor? se ele é o certo ou errado? Dos amores que vem e que vão?
Simplesmente "amor".
Aquele que poucos sentem, descobrem ou percebem.
É deste amor que estou a falar
Alguns duram pouco e se vão sem deixar rastro ou vestígios, somente um grande vazio.
Outros que vem , mas não são percebidos e outros ainda que sequer são expostos.
No entanto, existe amor que completa, que ensina, que aprende, que de dia é o sol e a noite é a lua, e aqueles que estão e se desenvolvem juntos a lua se apresenta em pleno dia,
Aquele que acerta e o que erra, que aceita e que discorda, que chora e que ri, que briga e que é pacífico, que basta um olhar para se entenderem e se misturarem. Quem é quem?
existe ainda aquele que sente a dor, mas a dor do Outro e aquele que consola. Consola o Outro.  
O que mostra a mão e o que bate. Que amor é este? São os opostos que se atraem, e Deus o colocou a nossa disposição para aprender e compreender o próximo e com isto nos tornar completos em plena harmonia.
Como o Jang e o Jing; o sol e a lua; a areia e o mar; o campo e o serrado; a montanha e a planície; o feio e o belo; o bom e o ruim; a Terra e o Universo; Nós e Deus. Este "amor".
Completo e perfeito. Equilíbrio e balança, o branco e o preto. Doce e salgado.
Todos os opostos em perfeita harmonia e compreensão.
O homem e a mulher.
Os filhos e os pais.
Mas Deus em sua infinita e misericórdia bondade nos coloca amor entre os iguais, bota para os diferentes, enfim, quem tem este amor dentro de si seja entre homem e outro homem, mulher com mulher e permite a disseminação entre as várias etnias.
Mas o que isto importa? Se o amor que os une é "Amor Divino" e portanto, abençoado por Deus?
Este é o começo e o fim ou o fim e o começo? O começo e o fim...
O que importa?
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                Roseli Hübler

 

Enfim a paz.


Naquela tarde tudo estava em paz. Paz? Ou tudo simplesmente  parado.
   Por falta de gente, por falta de alegria. talvez. É difícil dizer.
   Pela janela vi apenas um homem que caminhava cabisbaixo, devagar e  com dificuldade, usava uma bengala. Da distancia em que eu estava não se percebia se era um jovem ou não. Mas isto não importava, pois não sei se faria diferença.
  Não havia vento e sequer uma brisa. Uma mulher passa por ele e não o vê. Pelo menos nada demonstrou.
  O tempo foi passando e o homem continuava ali. Agora sentado em um banco de pedra.
  Já viu uma calmaria antes da tempestade? Ou o recuo dos mares antes de uma tsunami?  Lembrei-me disso naquele instante. Não sei porque me veio a memória de alguma reportagem lida.
  As lojas, bares, casas tudo estava fechado, inclusive a minha.  A rua continuava vazia e silenciosa.
  Porque?
  Eu não sabia. Batem a porta e não sei se eu a abrirei. Quem poderia ser naquele cenário tão frio e desumano? 
  Mas, e se fosse aquele homem solitário que estava na rua?
  Voltei a janela e lá estava ele. Do mesmo jeito só que agora olhava para o céu. Será que esperava  ou se comunicava com alguém? Seu Anjo da Guarda, com Deus. Quem vai saber.
  Neste instante percebi que poderia ir até lá e lhe oferecer um café quente com alguns biscoitos.  Mas será que ele aceitaria? 
  Lembrei de alguma palavras que ouvi de alguém na parada do ônibus. Ele dizia para um menino  "Filho! Faça aos outros o que gostaria que fizessem para você". Aquela lembrança que veio sem ser pensada tomou uma proporção em meu peito que quando me dei conta já estava com uma jarra térmica com café quente e uma porção de deliciosos biscoitos.
  Como não sabia como seria recebido fui com cuidado e tentando não ofender o solitário. Sim. Era o que ele era pelo menos naquele momento.
  Cheguei perto e me sentei ao seu lado. Ele sequer me olhou.
  Senhor, puxei conversa, como está na hora de fazer o meu lanche e não gostaria de fazê-lo sozinho, o senhor não se importaria em me acompanhar?
  O homem me olhou da cabeça aos pés e respondeu que se fosse para agradar-me  e me fazer companhia é claro que ele aceitaria fazer o lanche comigo.
  Coloquei o café em duas canecas e alcancei a ele, os biscoitos abri o saco de papel e o deixei semiaberto entre nós dois e sentei.
  Após o primeiro gole ele me confidenciou que era o melhor café que já havia bebido.       
  Senti que estava puxando conversa comigo e eu entrei na dele.
  Perguntou-me quem eu era, o que fazia, se morava ali há muito e assim foi. Ele me perguntado e eu respondendo.
  Entretanto, inesperadamente me perguntou porque era tão infeliz se o dia estava tão lindo, ensolarado, temperatura agradável e porque tanta tristeza em meu olhar.
  Confesso que aquele observação me pegou de surpresa. Primeiro que o tempo não estava como ele o descrevera bem como não estava triste.   Sabes meu filho. As vezes passamos por sofrimentos tão profundos que com o tempo sentimos que a solidão, a melancolia e a consternação são normais e fazem parte de nossa existência. E não precisa ser assim. Sei que é muito triste perder a esposa e a filhinha, mas isto tem que ser encarado como parte da vida e na verdade é. Em que você acredita?
  Não sei mais. As vezes penso que não acredito em mais nada.
  Meu filho, você sabe que existem separações tão terríveis como doenças por exemplo e quantas vezes são longas e isto quando não são definitivas?
  Na morte sentimos saudades e uma enorme vontade de ver novamente nossos entes queridos que partiram para o outro plano.
  Não podemos escolher qual a situação seria melhor para eles ou para nós mesmos. E se elas ainda estivessem contigo em um situação de paralisia ou em coma. Seria melhor para você? Sofrerias menos? E elas?
  Então. É justamente porque as amamos é que sentimos a sua falta. Mas a jornada continua e também para elas. Sabemos que o sentimento de resignação e capacidade de perdão nos levam a entender melhor a perda de nossos amados. Nunca se esqueça que não somos donos de nada e nem de ninguém. Tudo que temos é apenas um empréstimo que a qualquer momento poderá ser retirado de nós. Todos sabemos que um dia partiremos e o que levamos junto nesta nova etapa?  Apenas o que fizemos de bom e de ruim e os sentimentos e atitudes que amealhearmos ao longo de nossa vida terrena  e são apenas  estes sentimentos  que serão julgados por nós mesmos. Portanto, precisamos acreditar em alguma coisa que realmente nos traz conforto e esperança. A crença nos valores espirituais, faz com que conseguiremos viver esse período de luto com maiores condições de enfrentar o distanciamento.  Pense nisso e acredite que o Pai nunca deixa seu filho desamparado.
  Fiquei olhando para o chão pensando no recente acontecimento. Eu não entendo Pai.   
Vim até aqui para fazer companhia e solidariedade para aquele homem e no entanto foi ele que me surpreendeu com suas profundas palavras.
Senhor? Disse e, para o meu espanto não havia ninguém sentado ao meu lado somente uma caneca cheia de café e o dia?  estava lindo, ensolarado, temperatura agradável e nisso veio um menino e me convidou para jogar bola com ele. perguntei-lhe se estava sozinho e ele me respondeu que não, pois a babá o estava cuidando.
  Perguntei sobre seus pais e ele me respondeu que eles haviam partido para muito longe. Eles estão junto ao Menino Jesus me cuidando lá de cima e estende sua pequena mão. Quer ser meu amigo moço. Eu não tenho amigos nem para ir nas festas na minha escola. Dois anos depois o menino tinha um pai mais amoroso que poderia ter imaginado.
Roseli Hübler

 

 

 

 

 

 

 

 

09 setembro, 2013

Mestre Jesus


                                                       Mestre Jesus jamais nos abandona
                                                                              e
                                                          se preciso for nos carregará em
                                                                        seus braços.

31 agosto, 2013

Lamentos de uma Mãe Gentil

                                                       
 
Brasil! Oh, Brasil! Que saudades tenho do tempo que não carregava um fardo, pois não o conhecia; das matas verdes e magníficas que ainda existiam sobre mim, dos homens que aqui não tinha e das mulheres que longe estavam.
Oh! Brasil. Que saudades dos tempos juvenis, que outrora vivi e que outrora perdi. Minha virgindade era realmente pura e minha; meus mares, rios, florestas.
Meus animais, homens, pássaros que viviam para viver, comiam simplesmente por comer, pois a fome aqui não chegava.
 As minhas lutas e guerras eram gloriosas, pois justas, porque a natureza me cuidava. Depois de um longo tempo surgiu o homem e sua cobiça. Primeiro eram todos irmãos, todos iguais; por dentro, por fora, ao derredor, por cima e abaixo. Nas guerras entre si brigavam apenas com arco e flecha.
No céu, ainda eu via as estrelas a brilhar iguais às tochas como o fogo amigo da paz.
O Bom dia, Boa tarde, no qual o "Bah Tchê" ainda era pronunciado com honras e alegrias.
Que saudades das milongas tocadas até tarde da noite.
Apenas os ingênuos indígenas tocavam meu corpo, bebiam de minha água e se fascinavam com a minha abóbada celeste sobre mim.
Minhas riquezas, em cada canto da imensa extensão que possuía, podia-se enxergar. Havia ouro, prata, esmeraldas, águas puras dos rios que beiravam a perfeição. Mas fui invadida pelos Mamõyguara Opá Mamõ Pupé[1] sobre toda a Minha Terra e
 fiquei dilacerada ano após anos. Os abatis[2] agora é o ouro; a mãdi'og[3] a prata e a komandá[4] e a petyma[5] o petróleo.
A transformação que ocorreu, século após século, transmutou minhas belezas e a ignorância, a cobiça e o poder estão me levando ao fim.
 Oh! Meus filhos! Que saudades tenho do futuro que não vi. Das saudades dos límpidos rios que não mais existem. Das estrelas que não mais se vê. Dos filhos que não são mais tão meus.
A corrupção galopante que acontece nas minhas entranhas trazem fortunas rápidas para os que estão no poder, principalmente, entre os dirigentes do mais alto escalão.
Vejo minhas crianças morrendo por falta de segurança de todos os tipos e meios.
Meus velhinhos, que cuido com tanto carinho lhes dando a oportunidade de viverem mais, estão sendo mortos por falta de atendimento de saúde e não é por falta de médicos, isto muitos dos meus filhos o são, mas sim, pela falta de equipamentos cirúrgicos, de higiene e de materiais de extrema necessidade.
Um enorme grupo dos meus rebentos emprobecidos de oportunidades foram violentamente comprados com o esquema eleitoreiro de "Bolsas". Estas tais "bolsas" têm vários nomes, porém, tais atos e proposições dos Poderes Públicos visam apenas à captação de votos, e não, aos interesses comunitários dos meus filhos. Elas, porém, põem meus rebentos na obrigação de votarem naqueles que lhe ofereceram a "ajuda" sem a necessidade de trabalhar. São considerados inúteis pela sociedade pelo próprio Poder Público, pois a única utilidade são os seus votos e quanto mais filhos fizerem mais votos terão.
Nenhum filho meu é inútil e todos merecem educação, trabalho, segurança, alimento, saúde e, principalmente, amor. Porque tudo aquilo que falta, demonstra inexistência de patriotismo e amor por parte dos governantes para com os meus filhos.
Antes de acabar de expor meu lamento de dor, peço aos corruptores e corrompidos que não cantem mais o Meu Hino, aliás, nenhum hino referente a mim, porque de suas bocas e atitudes somente sai uma grande traição e vou considerar isto como um insulto.
E aviso: quando suas últimas moradas for dentro de Mim preparem-se...
Mas, onde está a valentia dos meus filhos? Onde? Será que me abandonaram a minha própria sorte? Filhos! Onde estão os Caras Pintadas? Debandaram todos?
Sintam! Sintam tremer meu solo. Ouço vozes bradando ao longe: Brasil, Brasil... E olho para lá e vejo ao longe... é o sol! O sol que está novamente brilhando e com ele a bravura dos meus filhos renascendo e retornando e com galhardia me salvando. Agora ao olhar para a frente, vejo novamente o céu, as estrelas e meus filhos unidos pela paz. A paz conquistada pela união de suas vozes que em coro cantaram em todos os meus cantos e  recantos mais distantes e todos em uma só garganta clamando, bradando e cantando com orgulho a nossa vitória e novamente se ouve o meu Hino construído com suor e sangue da minha gente.
“Brasil para sempre serás a nossa mãe sagrada, pura e brasileira.”
Quando ouvi isto me emocionei. Até chorei. Mas foi uma chuva de alegria e todos entenderam.
Bradem com valentia meus filhos. Sejam fortes como eu sou.
E quando pensava que os brados já haviam terminado; ouço um silêncio, curto, é verdade, pois logo todos param e se posicionam. Agora ao olhar para a frente, vejo o céu, as estrelas e meus rebentos unidos pela paz. E escuto:
Mãe! Tu és uma mãe idolatrada! Nenhum dos teus filhos fugiu a luta e estamos aqui com a clava da justiça em riste contra a corrupção que assola a sua alma o seu corpo, os teus filhos, o teu caráter, entretanto mãe, te amamos tanto, que se preciso for, sacrificaremos nossas vidas para defendê-la.
A paz conquistaremos pela união de nossas vozes que em coro cantaremos em todos os teus cantos, nos recantos mais distantes e todos em um só som clamando, bradando e cantando com orgulho a tua vitória e novamente se ouvirá o teu Hino construído com suor e sangue da tua gente se preciso for. E seguindo as palavras sábias dos Farroupilhas que geraram o Hino gaúcho diremos em alto o brado retumbante:
"Mas não basta pra ser livre;
 Ser forte, aguerrido e bravo;
Povo que não tem virtude;
Acaba por ser escravo."
Mas temos um outro hino Mãe, mas que hoje nos envergonha, é o Hino do Distrito Federal de onde deveria vir o exemplo, no entanto nós não o cantaremos, haja vista, mãe, que a corrupção não nos representa e não é o nosso símbolo.
Mas, já no hino do Amazonas assim aprendemos:
                                                  "Tão radiosos amanhece o futuro".
Estamos perdendo o Amazonas para os gananciosos governantes. Como ele tão radioso amanhecerá amanhã? Está sendo comprado até pelos estrangeiros. Teu corpo está sendo dilacerado juntamente com as tuas riquezas, a herança dos teus filhos tão amados que tanto amas.
 Mãe! Muitos dos teus filhos que tentaram te proteger foram mortos sem dó nem piedade; até uma religiosa, já velhinha de corpo e com a Bíblia Sagrada nas mãos, morreu pelas mão da ganância e tu, querida mãe, que guarda nossos corpos quando a escuridão da morte nos assola, está sendo vendida como se prostituta fosses. É humilhante para um filho ver e pouco poder fazer. E os nossos líderes?! Onde estão?! Com certeza, “enchendo as burras” com o dinheiro roubado, desviado das tuas riquezas Oh! Mãe gentil...
E para finalizar, mas não por falta de denúncias, pois todos te agradecem enaltecidos e com a bravura que somente um filho muito amado pode cantar aos prados retumbantes te trazemos as palavras dos teus filhos baianos:
"Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações.
Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender,
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.”
E finalmente o Hino da Proclamação da República. Vamos recordar, pois muitos dos teus filhos já esqueceram:
"É de amor nossa força e poder,
Mas da guerra, nos transes supremos
 Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!
 Abre as asas sobre nós,
 Das lutas na tempestade
                                                                Dá que ouçamos tua voz
Do Ipiranga é preciso que o brado
 Seja um grito soberbo de fé!
 O Brasil já surgiu libertado,
                                                        Sobre as púrpuras régias de pé.
 Eia, pois, brasileiros avante!
 Verdes louros colhamos louçãos!
 Seja o nosso País triunfante,
 Livre terra de livres irmãos!"
Despertas em todos, o senso de civismo, mas que há muito tem se esquecido. No entanto, podemos modificar tudo isto. Como? Ensinando cada criança, quando ainda na escola, a cantar as homenagens que fizeram para ti, oh! Mãe amada e gentil.
Quando a Constituição foi assinada em 1988, houve um partido político, atualmente no alto escalão da política, tentanto possuir Minha Gente, aliás como sempre, votou contra, mas assinou-a. A velha incoerência de sempre, qual seja, morde e assopra; mas mesmo assim, em nome de meus filhos queridos e merecedores vou lembrar-lhes, até porque cabe a mãe ensinar seus rebentos:
O Preâmbulo da Constituição da Republica Federativa do Brasil, promulgada em outubro de 1988 assim dispõe em sua íntegra:
“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte, para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança. O bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida na ordem interna e internacionalmente, com a solução pacificas das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil.”
Art. 1º. A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
I – a soberania;
II – a cidadania;
III – a dignidade da pessoa humana;
IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
V – o pluralismo político.
Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.
 Portanto, minha prole tão amada protejam-me da corrupção
Meus filhos indefesos, trazendo-lhes segurança, saúde, alimentos, vestimentas, moradia decente, o fim das famosas "bolsas" e deem trabalho para estes filhos nas obras inacabadas pagando-os com salário justo, prendendo, imediatamente, os mensaleiros ou os famosos 40 ladrões e não esquecendo o Ali Babá que todos sabemos quem é.
Brasil para sempre serás a nossa mãe sagrada, pura e brasileira. Defederemos-te sempre que for nescessário. 
Com amor, fidelidade e coragem a nossa grande família que tu Mãe tão amada recebestes e proteges.

                                                                                                                                            Roseli Hübler
 
 [1] em tupi antigo que significa:estrangeiros em todo lugar
[2] milho
[3] mandioca
[4] feijão
[5] tabaco

30 agosto, 2013

Eventos literários

Participei dos seguintes eventos:

- Tardes de autógrafos nas cidades de: Porto Alegre; Guaíba; Canoas; Esteio; São Leopoldo; Novo Hamburgo; Gramado; Caxias do Sul e na Bienal do Rio de Janeiro. Como ainda na Livraria Cultura e Livraria Saraiva, ambas em Porto Alegre.
- Participei da Feira do Livro em Nova York a Book Expo America em 2012;
- Recebi o Prêmio Literário - Literarte 2012;
- Participei da 4ª Antologia Poética da ALAF;
- Compartilhei do livro "Palavras sem Fronteira" da Literarte
- Fui empossada na Academia de Letras da cidade de Fortaleza em 2013;
- Recebi homenagem da Associação de Poetas de Região Autônoma de Madeira/Portugal e a Editora Mágico de Oz onde ganhou o Diploma de Honra ao Mérito e a medalha "Melhores Poetas Luso-Brasileiros";
 - Compartilhei do livro "Palavras sem Fronteiras" II e III da Literarte;
- Fui empossada na Academia de Letras da cidade de Fortaleza em 2013;
- Participei da II SACI em Búzios;
- I Festival de Contos do Rio de Janeiro em Cabo Frio;
- Empossada Embaixadora na Divine Académie Française des Arts Letters et Cultura na cidade do Rio de Janeiro;
- Primeiro lugar no Projeto Escritores Brasileiros com o conto "Quando Pai e Filho se encontram". Rio de Janeiro;

 
Guiados pelo Mestre Sananda Cristo Miguel e seus discípulos - os amigos do espaço - quatro pessoas lutam pela paz na Terra. Tibério, Gomes, Josias e Alexandra vencem a batalha contra a dominação do mal sobre o planeta. A missão intergaláctica é concluída com êxito e a humanidade ganha forças para evitar o fim do Mundo. No entanto, o mal continua a caminhar sobre a Terra. A profunda escuridão dos seres involuídos influenciam trabalhadores, donas de casa, policiais, juristas, políticos e até estadistas, que espalham arrogância, ganância e orgulho entre a humanidade. E o que resta aos povos do Planeta Azul são as guerras e as catástrofes naturais.

Roseli Hübler, experiente advogada da área Cível, mais uma vez empresta sua cultura e conhecimentos nas Ciências Jurídicas e Sociais e na doutrina Espírita para seu novo trabalho. Fronteiras da Vida, um romance policial recheado de história e dos mistérios do Universo, é o quarto livro da escritora. Antes dele vieram Andarilhos do Tempo (2008), Andarilhos do Tempo II (2009) e o Peso do Silêncio (2012).

É em Fronteiras da Vida que a Ciência, a Filosofia e a Religião se mesclam para revelar como o Cosmos interage com a humanidade. Além de revelar a herança dos povos antigos aos seus sucessores, para a defesa do Planeta.

Fronteiras da vida (quarto livro editado)


Guiados pelo Mestre Sananda Cristo Miguel e seus discípulos - os amigos do espaço - quatro pessoas lutam pela paz na Terra. Tibério, Gomes, Josias e Alexandra vencem a batalha contra a dominação do mal sobre o planeta. A missão intergaláctica é concluída com êxito e a humanidade ganha forças para evitar o fim do Mundo. No entanto, o mal continua a caminhar sobre a Terra. A profunda escuridão dos seres involuídos influenciam trabalhadores, donas de casa, policiais, juristas, políticos e até estadistas, que espalham arrogância, ganância e orgulho entre a humanidade. E o que resta aos povos do Planeta Azul são as guerras e as catástrofes naturais.

Roseli Hübler, experiente advogada da área Cível, mais uma vez empresta sua cultura e conhecimentos nas Ciências Jurídicas e Sociais e na doutrina Espírita para seu novo trabalho. Fronteiras da Vida, um romance policial recheado de história e dos mistérios do Universo, é o quarto livro da escritora. Antes dele vieram Andarilhos do Tempo (2008), Andarilhos do Tempo II (2009) e o Peso do Silêncio (2011).

É em Fronteiras da Vida que a Ciência, a Filosofia e a Religião se mesclam para revelar como o Cosmos interage com a humanidade. Além de revelar a herança dos povos antigos aos seus sucessores, para a defesa do Planeta.

04 fevereiro, 2013

ALAF - Fortaleza

No dia 26 de Janeiro de 2013, aconteceu no Hotel Holyday Inn em Fortaleza, o evento de Posse Acadêmica da ALAF - Academia de Letras e Artes de Fortaleza, sob a presidência da Sra. Ariza Souza , o evento reuniu acadêmicos residentes no Brasil e no Exterior.
Orgulho-me de ser um novo membro e compartilho com todos a felicidade de ser uma acadêmica tão ilustre quanto as demais personalidades da cultura brasileira que comigo foram empossadas.







s.

09 outubro, 2012

Literarte

Quando as luzes do sucesso baterem em seu peito não se infle por isso, eis que quanto mais luz, mais escura será a tua sombra. Conseguirás conviver com esta dualidade?
Roseli

Seguem mais algumas fotos de Petrópolis.



A sonoridade e a emoção que passam para os ouvintes é algo especial. Com certeza abrilhantaram nossa festividade. Trata-se do Coral Municipal de Petrópolis.





Certificado em homenagem a Cláudio de Souza escritor do final do século 19.







Conversando com a Magali. Penso que nos tornaremos amigas...











O momento tão esperado. Finalmente reconhecida como escritora.


21 setembro, 2012

Prêmio da Associação de Escritores Internacionais (LITERARTE)


Confesso que para mim foi uma surpresa e tanto, haja vista, não saber que concorreria a um prêmio pelo fato de ter participado da Feira do Livro em Nova York a Book Expo America, com o livro Andarilhos do Tempo.
Ainda me sinto emocionada com o evento.
A homenagem aconteceu na linda cidade de Petrópolis no Rio de Janeiro. Eu e o Marciano passamos um lindo final de semana neste lugar tão hospitaleiro.

03 setembro, 2012

Tempo para reflexão

Fiquei um tempo sem escrever para os amigos. No entanto, estou de volta para compartilhar meus poucos conhecimentos sobre a espiritualidade assim como também sobre minhas dúvidas.
Qualquer um de nós está sujeito a passar por dificuldades tais que precisa refletir sobre o sentido da vida e o que nos espera depois dela. Essas dificuldades acontecem justamente para isso.